sábado, 5 de maio de 2012

Desejo Cumprido

   Já há algum tempo, tinha eu dito à Afrodite que me apetecia fazer algo diferente, algo arriscado, e rapidamente surgiu a ideia de tirarmos algumas fotografias em cima de uma ponte.
   Chega-se o dia de passagem de ano. 31 de Dezembro de 2011, 23h00m. Saímos de casa com o intuito de ir a uma festa quando a Afrodite me pergunta:
   - Então e a história da ponte? Era só paleio? - o que me fez perceber imediatamente que a noite ia ser muito mais especial do que tínhamos planeado. Após termos chegado à ponte escolhida, sobre uma movimentada auto-estrada (ainda que, naquela hora, o trânsito não fosse muito intenso), saímos do carro e rapidamente fomos assolados pelo frio que se fazia sentir.
Não sei se pela temperatura ou pelo constrangimento, a Afrodite parecia um pouco inibida.
  - Vá, faz alguma pose mais sexy - pedia eu, já com a máquina fotográfica focada nela. Apesar do clima não ajudar, ela lá foi abrindo cada vez mais o casaco, começando a revelar o seu maravilhoso corpo. Ainda um pouco tímida, devido aos carros que iam passando, foi posando de diferentes perspectivas, e à medida que a ia fotografando sentia-me cada vez mais excitado e isso percebia-se pelo meu pénis que ia ficando cada vez maior e mais duro, dentro das minhas calças.
Excitava-me o risco, a adrenalina daquele jogo... excitava-me o facto de outras pessoas a poderem ver mas com a certeza de que a Afrodite nunca ia ser delas. Tal excitação rapidamente levou a que esquecêssemos as fotografias e nos começássemos a beijar e a acariciar ali mesmo, em cima da ponte. Não tardou até que o meu pénis estivesse muito mais quente do que nós. De frente um para o outro, o meu pénis ia entrando cada vez com mais força e mais fundo na vagina dela, enquanto as minhas mãos agarravam as suas nádegas. Por aquela altura já tínhamos esquecido a baixa temperatura.

A cada carro que passava na auto-estrada eu sentia mais prazer e ia levantado o casaco dela para que todos pudessem ver o quão perfeito é o cu da minha Afrodite. Tal era o tesão que não demorei a vir-me. Houve ainda tempo para tirar mais uma fotografia, a que usámos no primeiro post do nosso blog.
Para fugir do frio fomos para o carro, onde a Afrodite se apressou a abrir as pernas para que eu a pudesse saborear. Agora estava na altura de ser ela a fotógrafa. A vagina dela estava quente e escorria de excitação. A minha língua ia lambendo tudo quanto podia, penetrando-a e brincado com o seu clitóris, à medida que os gemidos dela se tornavam mais intensos. Enfiei-lhe dois dedos enquanto a lambia.
 



  -Continua. Não pares! - pedia-me ela.
Depressa percebi que ela se estava a vir, quando ouvi um gemido mais forte que todos os outros.
   Mudámo-nos para o banco da frente e fomos para a festa. O fogo de artifício foi lindo.



Eros

4 comentários:

  1. Levando o link comigo e deixando a certeza que volto para saborear mais delícias no cantinho de vcs,...


    Beijo do IN_

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  2. gostamos do vosso blog.... e viva as pontes :)

    beijos e abraços

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