sexta-feira, 13 de julho de 2012

Noite selvagem III

Por mais contraditório que pareça, chegam-se as férias e o tempo de que dispomos para nos dedicarmos ao blog escasseia ainda mais, pelo que, como devem ter notado, não temos comentado as vossas publicações, apesar de as seguirmos, ainda que apressadamente. Contudo, achámos que estava na altura de fazer algo mais arrojado para vos compensar e optámos por tirar algumas fotos ao ar livre.
Estava a anoitecer, mas o calor fazia-se ainda sentir, pelo que, depois de encontrarmos um local recôndito, atrás de uns grandes penedos, não hesitámos em tirar as poucas peças de vestuário que nos envolviam o corpo. Ao sítio escolhido, a palavra que melhor o caracteriza é “verde”. Tudo em nosso redor transpirava ar puro. A leve brisa que soprava acariciava-nos maliciosamente os corpos, como que a incitar-nos para aquilo que se revelaria mais que uma simples sessão fotográfica. O ambiente estava-nos a deixar em brasa. Enquanto fotografava a Afrodite em algumas poses mais sensuais, podia vê-la a afagar-se, a deixar que os dedos deslizassem sobre o seu sexo, que por aquela altura estava já a chamar por mim. Para mim, tornava-se cada vez mais difícil focar-me nas fotografias e sentia-me mais duro a cada segundo que passava. 
Já só pensava em agarrá-la, em beijá-la, em percorrer o seu corpo com as minhas mãos, em sentir-me dentro dela. Imediatamente, a Afrodite percebeu os sinais do meu corpo e dispôs-se a matar-me o desejo. Aproximou-se, baixou-se à minha frente e a minha pila foi surpreendida pelo calor que emanava da sua boca. Com a língua, lambia-ma desde a base até ao topo, acabando por fazê-la entrar para dentro de si. O prazer que estava a sentir, sob a luz do luar, era assustadoramente intenso.

Puxei-a para cima, beijámo-nos e fi-la virar-se de costas para mim. Debruçou-se para a frente e, de cu empinado, convidava-me a entrar. Devido à saliva que permanecia em mim, ou ao facto de estar extremamente molhada, deslizei facilmente para dentro dela, fazendo-a soltar um suspiro que se sobrepôs aos sons da natureza. A posição permitia-me ver as curvas perfeitas do seu corpo, acariciar o seu pescoço, as suas mamas, agarrá-la pela cintura e puxá-la para mim. 

Os movimentos tornavam-se cada vez mais rápidos, mais fortes, e eram acompanhados por gemidos cada vez mais altos e frequentes, até que um, mais intenso que todos os outros, deixou-me perceber que ela se estava a vir.
Era a minha vez agora. Ela deitou-se sobre o penedo e eu penetrei-a, o mais fundo que conseguia, dando estocadas fortes, o que, rapidamente, me proporcionou um dos orgasmos mais selvagens de sempre.


5 comentários:

  1. Eu só queria uma coisa:
    ESTAR BEM NO MEIO DE VOCÊS DOIS.

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  2. olá!!

    de facto vocês são mesmo muito quentes!!!

    fotos deliciosas!!!!

    Beijos
    Os Cereja

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  3. Mas que bela noite!
    Adorámos as fotos e o relato!

    Bjs
    Bedtimelovers

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  4. Uma delicia de fotinhas
    :)

    Beijos aos 2

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  5. Parabéns, parabéns, parabéns!
    Que noite divinal...
    Acho que nem precisavam palavras, essas fotos transpiram tesão, prazer e uma envolvência sublime.
    Que Te-são! Ufa.
    Pepa*

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